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R$ 7 milhões serão investidos na construção de uma nova fábrica para atender o mercado de geração de energia solar, no Espírito Santo

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Fábrica – energia solar – Espírito Santo Fábrica da Brametal/ Fonte: Divulgação Brametal

A Brametal irá realizar um investimento de R$ 7 milhões para a construção de uma nova fábrica no complexo de Linhares, no estado do Espírito Santo. A nova unidade terá como foco a linha de produção para atender o mercado de geração de energia solar fotovoltaica. A empresa já possui uma fábrica na cidade do norte do estado, além de outra unidade em Criciúma, Santa Catarina, totalizando uma capacidade produtiva de até 200.000 toneladas/ano. Veja ainda: Ceará abrirá nova fábrica de painéis de energia solar e muitos empregos serão gerados

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Investimentos na nova fábrica, no estado do Espírito Santo

Além da construção da nova fábrica dedicada à produção de itens para o mercado de geração de energia solar fotovoltaica, a companhia ampliou seu portfólio e está lançando dois novos produtos: o Brafix 3.0 e o Tracker bifileira (estruturas para geração de energia solar).

Marcos Bercht, diretor industrial da Brametal, diz que além do investimento na nova fábrica, serão aplicados mais R$ 5 milhões para o desenvolvimento do setor de engenharia e novos produtos, ampliando assim nossa capacidade produtiva com a nova planta. Com isso, conseguiremos reduzir o tempo de entrega, teremos estoque de matéria-prima e produtos acabados de toda a linha para atender as demandas do mercado, diz o diretor.

A empresa já tem projetos no segmento de energia solar

Recentemente, a EDP entregou uma das maiores usinas solares do Espírito Santo – localizada em Linhares (onde será construída a nova fábrica), para a Brametal. A usina solar é composta por 3.780 módulos fotovoltaicos distribuídos em uma área de cerca de 40 mil metros quadrados, aproximadamente o tamanho de seis campos de futebol, e conta com tecnologia de tracking, na qual os módulos se movem de acordo com as mudanças no ângulo dos raios solares para um maior aproveitamento da irradiação.

Confira ainda: R$ 12 milhões serão investidos em nova fábrica de geradores de painéis de energia solar, no Complexo do Pecém, no Ceará

Após a assinatura de um memorando de entendimento com o Governo do Ceará, a empresa catarinense Renovigi Energia Solar espera iniciar as operações de sua nova fábrica no estado até o final deste ano. Segundo Gustavo Martins, presidente da Renovigi, o investimento total é de R$ 150 milhões, valor que inclui a instalação da linha de montagem (R$ 12,5 milhões), além da aquisição da matéria-prima, capital de giro, equipamentos, investimentos na distribuição, dentre outros.

A Renovigi promete realizar investimentos de R$ 12 milhões na construção ou locação de dois galpões industriais – para abrigar a fábrica de montagem dos painéis de energia solar e outro para um Centro de Distribuição dos produtos. Os imóveis estão sendo locados pela Companhia de Desenvolvimento do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP S/A), que administra o chamado Complexo do Pecém, incluindo o porto marítimo e a ZPE.

O investimento para a implantação de sua fábrica montadora de painéis de energia solar e de seu centro de distribuição é, aparentemente, pequeno, mas a Renovigi Energia Solar estima que mobilizará R$ 250 milhões em capital de giro e que seu faturamento anual, que a partir de 2022 chegará a R$ 2 bilhões.

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BRF realizará investimento de quase R$ 20 milhões em fábrica no estado do Paraná

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BRF - fábrica – Paraná Unidade da BRF/ Fonte: MinutoMT

A BRF, dona da Sadia, irá realizar aportes para a modernização de sua fábrica de margarinas em Paranaguá, no litoral do estado do Paraná

A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, vai investir R$ 18,8 milhões na modernização de sua fábrica de margarinas em Paranaguá, no litoral do Paraná. O anúncio foi feito na manhã do dia 28, pelo CEO global da Companhia, Lorival Luz, durante reunião com o prefeito Marcelo Roque. O executivo também destacou os 30 anos da marca Qualy, margarina mais querida dos brasileiros e líder isolada da categoria, além da importância da cidade para a BRF. Veja ainda: BRF realiza investimento de US$ 2,5 milhões em startup para produzir ‘carne cultivada’

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Os investimentos a serem realizados pela BRF na fábrica, no estado do Paraná

O investimento em Paranaguá integra um total de R$ 292 milhões anunciados pelo CEO da BRF em maio ao governador Ratinho Júnior, para modernização e ampliação das unidades da companhia no Paraná até 2022. “A BRF tem presença relevante em Paranaguá, com uma das maiores plantas de margarina da América Latina. Temos uma longa história no Estado, crescemos e geramos 18 mil empregos diretos. Os investimentos são parte importante da Visão 2030, nosso plano de crescimento sustentável para chegar à receita de R$ 100 bilhões nos próximos 10 anos. Alinhado ao nosso propósito de oferecer uma vida melhor a todos com integridade, segurança e qualidade, queremos criar mais oportunidades e seguir impactando toda a comunidade de forma positiva”, afirmou Lorival Luz.

O prefeito Marcelo Roque, diz que como gestor público, não pode deixar de destacar os investimentos e a geração de empregos da BRF, uma empresa que está fortemente ligada ao desenvolvimento do município.

A fábrica da empresa

Inaugurada em 1982, a planta industrial da BRF em Paranaguá iniciou a produção de margarinas em 1991. Hoje lidera o mercado brasileiro com as marcas Qualy, Claybom, Sofiteli, Deline e Bom Sabor, também exportadas para Chile, Uruguai, Paraguai e Angola. Em Paranaguá, a produção de margarinas da BRF é responsável pela geração de 650 empregos diretos.

No final de 2020, Qualy ampliou seu portfólio trazendo aos consumidores manteiga com e sem sal, requeijão tradicional e light, além de opções de pão de queijo amanteigado. Em abril deste ano, a BRF anunciou a ampliação da distribuição de pão de queijo para todo o território nacional e manteiga e requeijão passaram a estar presentes nos estados do Sudeste do País.

Veja ainda: BRF irá investir quase R$ 300 milhões no estado do Paraná e gerar cerca de 400 empregos diretos

A grande marca BRF anunciou no mês de maio que irá realizar investimentos de R$ 292 milhões no estado do Paraná, onde inúmeras vagas de emprego devem ser geradas. Os aportes anunciados pela BRF, por meio de uma videoconferência, serão destinados à ampliação e modernização de suas unidades. A empresa também anunciou que irá retomar a produção de perus no município de Francisco Beltrão, após a planta ter recebido autorização para realizar a exportação ao México.

O CEO da BRF, Lorival Luz, disse durante a videoconferência que a empresa tem uma forte presença no estado do Paraná, onde gera cerca de 18.500 empregos diretos e conta com mais de 2.000 produtores por meio de integração. O CEO diz que pretende proporcionar ao estado do Paraná mais empregos, sempre avançando na agenda da empresa que possui visão de crescimento até 2030.

Já o governador do estado do Paraná, Ratinho Júnior, disse que a BRF tem uma grande vocação no estado para produzir alimentos de qualidade para todo o mundo. Ele ressalta que tem uma preocupação com os alimentos saudáveis, que serão gerados através de uma agricultura moderna.

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Mato Grosso do Sul receberá investimentos de R$ 4 bilhões para a geração de energia. 15 mil empregos serão criados

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Energia – empregos – Mato Grosso do Sul Linhas de transmissão/ Fonte: Jornal Folha de Goiás

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque ressalta que há 22 empreendimentos de geração de energia em fase de instalação em Mato Grosso do Sul

Mato Grosso do Sul deve receber investimentos de R$ 4 bilhões em geração de energia nos próximos anos. Conforme o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, há 22 empreendimentos de geração de energia em fase de instalação em Mato Grosso do Sul, que deve incorporar aproximadamente 1 mil megawatts ao sistema brasileiro. Serão investimentos de R$ 4 bilhões e cerca de 15 mil novos empregos. Veja ainda: 2.600 vagas de emprego são previstas no Ceará após assinatura de acordo para o desenvolvimento de projetos de energias renováveis

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Os projetos de energia no Mato Grosso do Sul

Bento Albuquerque diz que “Só aqui no Mato Grosso do Sul nós temos 22 empreendimentos de geração de energia sendo instalados. São mais de mil megawatts que serão incorporados ao sistema brasileiro, com investimentos de R$ 4 bilhões e geração de 15 mil empregos”, ressaltou o ministro.

Dos 22 empreendimentos, segundo Bento, 21 são de energia renovável, como PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas), usinas de biomassa e centrais fotovoltaicas, que produzem energia a partir da luz solar. “Isso significa que nossa matriz é diversificada, as fontes se complementam”, destacou o ministro.

O governador Reinaldo Azambuja, diz que o crescimento do País demanda o uso de energia de diversas fontes, todas elas hoje são importantes para o sistema nacional. Estamos felizes por que, com todas as dificuldades, e talvez a maior escassez hídrica dos últimos 100 anos, estamos avançando em novas gerações. Em Mato Grosso do Sul serão R$ 4 bilhões em investimentos importantes para o equilíbrio do sistema nacional completa o governador.

Estado é destaque na geração de eletricidade

Para o secretário estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, Jaime Verruck, o grande volume de recursos que serão aportados em Mato Grosso do Sul mostra o potencial do Estado na geração de energia elétrica. Jaime diz que Mato Grosso do Sul já é destaque na geração de energia de biomassa, oriunda dos setores sucroenergético e de eucalipto, e tem se destacado também na energia solar.

Segundo ele, a lógica de desenvolvimento do Estado passa por uma matriz energética renovável e sustentável. “E é isso que esses empreendimentos anunciados pelo ministro têm sinalizado. Nosso Estado já é autossuficiente na geração de energia, um exportador, e está alinhado à nossa meta de ampliar a produção de energia renovável junto do nosso projeto Estado Carbono Neutro. Por isso, estimulamos esse tipo de empreendimento”, concluiu o secretário.

Veja ainda: Reativação de usina termelétrica no MS vai converter gás natural em energia e contribuir com o setor elétrico, geração de empregos e renda para o estado

Nesta quarta-feira (28) o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque esteve presente ao lado do governador Reinaldo Azambuja na cerimônia de reativação da usina termelétrica William Arjona, em Campo Grande (MS). A unidade utilizará gás natural para a geração energia, contribuindo com o setor de energia do Mato Grosso do Sul, além da geração de empregos e renda à população mato-grossense.

De acordo com Azambuja, é importante a retomada de investimentos como a reativação da usina termelétrica que estava paralisada há quatro anos. Segundo ele, foram realizadas novas parcerias através de incentivos fiscais e participação da MSGás e Energisa. Além de energia, a usina termelétrica trará ao estado ICMS, empregos e novas oportunidades.

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Em Macaé, Petrobras anuncia que irá investir R$ 24 milhões no Porto de Imbetiba, até 2022

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Petrobras – Macaé – porto Porto de Imbetiba, em Macaé/ Fonte: Clique Diário

Tal valor a ser investido pela Petrobras no Porto de Imbetiba, em Macaé, será destinando à modernização e à atualização da infraestrutura

Ontem, quinta-feira (29/07), a Petrobras anunciou que irá realizar investimentos de R$ 24 milhões no Porto de Imbetiba, na cidade de Macaé, no estado do Rio de Janeiro. A maior petroleira do Brasil ainda diz que tal valor a ser investido no porto, será destinado à modernização e renovação da infraestrutura. A Petrobras ainda realizou ainda contratação e mobilização de equipamentos de grande porte para atender a esses projetos. Veja ainda: Paradas de manutenção offshore em diversas plataformas sob contrato Petrobras demandam vagas de emprego na Estrutural Serviços Industriais em Macaé

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Segmentos e projetos que serão destinados os investidos da Petrobras, em Macaé

Essa injeção de recursos visa incrementar o atendimento logístico do Porto de Imbetiba para dar suporte à rotina e aos projetos de ancoragem de plataformas da Petrobras. Estes investimentos geram retorno para a sociedade, através da geração de empregos, incentivo às atividades de outras empresas e consequente arrecadação de impostos. Uma das instalações portuárias próprias da Petrobras, o Porto de Imbetiba, na cidade de Macaé, dispõe de três píeres e seis berços e, atualmente, realiza em torno de 115 atracações por mês. No pós-pandemia, esse número deve chegar a 150 atracações/mês.

Com objetivo de atender aos projetos submarinos, o porto passa a utilizar três guindastes de grande porte – um com capacidade de movimentar 120 toneladas em um raio de 25 metros e dois que movimentam 30 toneladas em um raio de 35 metros. De acordo com José Alves, gerente de Operações Portuárias de Macaé, ressalta a relevância da atividade para a Petrobras.

José ressalta que a ancoragem, segmento da área submarina, é responsável pela instalação e manutenção de unidades de produção (p.ex.: UEP – Unidade Estacionária de Produção, FPSO – sigla em inglês para unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo), bem como ancoragem de sondas de perfuração utilizando e movimentando materiais e equipamentos com grandes dimensões e elevado peso.

Outro aporte da Petrobras é a ampliação da retroárea de 16 para 24 mil m², o que representa um acréscimo de 50%. Comparativamente, com a futura extensão, caberiam estacionados 235 ônibus de transporte coletivo. Esse espaço suplementar à área de armazenagem pode ser utilizado, por exemplo, para desembaraço aduaneiro e para construção e montagem de materiais de grande porte que não podem ser transportados por meio rodoviário.

Melhoria no número de atracações no Porto de Imbetiba, em Macaé

Outra expectativa da Petrobras, é o aumento do volume de até 150 atracações por mês no Porto. A ideia está ligada, em grande parte, à ampliação da janela de atracação, modelo em vigor desde abril desse ano. Passou a ser possível que as AHTS 21000 — embarcações de elevada potência que atuam como rebocador, manuseio de âncoras e transporte de suprimentos — façam atracações e desatracações sem necessidade de aguardar a maré alta.

Com essa mudança, o benefício é a redução do tempo de espera dos navios, pois devido a determinadas condições ambientais, os navios às vezes ficam parados por 12 horas, aguardando novas oportunidades de atracação. Mesmo se um navio for parado, a taxa de fretamento deve ser mantida. Além disso, pode causar atrasos na instalação e manutenção dos cabos de amarração. Em suma, esses fatores podem afetar algumas atividades produtivas.

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