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# Desfile Afro-Moda – Um Novo Capítulo na Formação do Quilombo de Igarapé Preto
# Introdução
No contexto da vibrante cultura afro-brasileira, mais um capítulo é escrito com a conclusão de uma fase significativa de formação no Quilombo de Igarapé Preto. Um desfile de moda afro, rico em cores, texturas e história, marcou o encerramento desta fase de capacitação.
# Parceria para o Crescimento
A Comissão de Regularização da Universidade Federal do Pará (CRF-UFPA), a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica do Pará (Sectet) e a Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp) foram essenciais neste processo. A colaboração entre estas entidades resultou em um curso de Moda Afro-Brasileira, que se tornou um símbolo de resistência e luta contra a discriminação racial.
# O Curso: Moda como Resistência
Sob a orientação de Ysa Almeida Brasil, mestra em Comunicação, Linguagem e Cultura pela Universidade da Amazônia (Unama), o curso explorou a conexão entre moda, identidade e a cultura afrodescendente. O engenheiro, pesquisador e coordenador do projeto, Renato das Neves, também esteve presente para contribuir com sua expertise.
# Conhecimento Compartilhado
O curso proporcionou uma troca de conhecimentos sobre uma variedade de tópicos, como a cartela de cores, escolha de materiais, desenvolvimento de esboços de design, criação de fichas técnicas e a elaboração de um editorial. Este intercâmbio de informações permitiu aos participantes uma compreensão mais profunda do poder da moda como uma expressão de identidade e cultura.
# O Desfile: Celebrando a Identidade e Cultura
Para celebrar a conclusão do curso e apresentar as criações dos participantes, foi realizado um desfile de moda. Este evento destacou o potencial da comunidade para desenvolver um modelo de negócio inovador baseado na comunidade, além de fortalecer a sensação de cidadania e pertencimento ao quilombo.
# Resgatando a História
Uma das partes mais emocionantes do desfile foi o resgate da história de Dona Mariazinha, uma figura icônica do Quilombo de Igarapé Preto. Nascida no início do século XX, Dona Mariazinha foi parteira e uma das fundadoras do quilombo.
# Novas Oportunidades
Para muitos membros da comunidade, como Delzanira Machado Ramalho, a participação no curso trouxe novas perspectivas e oportunidades. Como costureira, ela agora vê como pode expandir seu trabalho e agregar mais valor à moda.
# Futuro Brilhante
As próximas etapas de capacitação no quilombo se concentrarão no Marketing Digital, proporcionando à comunidade mais conhecimentos sobre o uso de plataformas digitais para expandir as oportunidades de negócios e gerar renda.
# Conclusão
A conclusão deste capítulo de formação no Quilombo de Igarapé Preto é apenas o começo de uma jornada emocionante. Com a moda como veículo de expressão cultural e resistência, a comunidade está bem posicionada para enfrentar os desafios futuros e prosperar.
# Créditos
Texto por: Kid Reis – Ascom CRF/UFPA
Fotos por: Renato das Neves – CRF/UFPA
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